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Como criar um release atrativo e aumentar as chances de abertura

Desenvolver uma comunicação ou release atrativo não é uma tarefa fácil, principalmente considerando que se tem menos de um minuto para atrair um jornalista.

Com o alto volume de materiais recebidos diariamente, analisar uma centena de textos faz parte da rotina dos profissionais de redação. De acordo com Leonardo Nascimento, repórter do Popline e da revista Unick, o tempo para analisar a relevância de um release pode chegar a menos de 10 segundos.

Além disso, o Press Manager, plataforma de clipping e envio de e-mails, afirma que a taxa de abertura de releases varia entre apenas 5% e 20%.

Diante desse cenário, é fundamental desenvolver estratégias de assessoria de imprensa que garantam não apenas o alcance da mensagem, mas principalmente a aderência do material junto aos jornalistas.

Personalização: um detalhe que faz diferença no envio de um release atrativo

A personalização do envio (como a inserção do nome do destinatário) pode parecer uma mudança sutil, mas tende a fazer toda a diferença. Especificar as comunicações pode definir se elas serão abertas ou ignoradas.

No trabalho de assessoria de imprensa, personalizar o contato demonstra cuidado, relevância e respeito pelo tempo do jornalista.

Gaste tempo na segmentação da imprensa

Quem define a atratividade de um release é o jornalista que o recebe. Portanto, para tornar um material mais eficaz, é preciso assegurar a capilaridade e a adequação de quem vai recebê-lo.

Ninguém gosta de organizar planilhas. Isso é fato. Ainda assim, investir tempo definindo quem deve ter acesso a um material pode ser a virada de chave para garantir uma boa aderência.

Nascimento afirma que, apesar de, em um dos veículos de comunicação em que trabalha, só cobrir a região do ABC Paulista, recebe diariamente sugestões de pauta de diversas outras localidades, como do Nordeste, por exemplo. 

Por isso, é essencial saber exatamente para quem a comunicação está sendo enviada e se esse envio, de fato, faz sentido.

Foco na primeira impressão 

Já foi mencionado que são necessários poucos segundos para um jornalista identificar se aquele material desperta interesse.

Por isso, os primeiros trechos do release, assim como a introdução do e-mail, precisam demonstrar de forma clara a qualidade, relevância e potencial jornalístico do conteúdo apresentado.

Atual e interessante… para o leitor

É evidente que o assunto tratado em uma comunicação precisa ser importante. No entanto, mais essencial ainda é que ele seja importante no agora.

A atualidade do tema é decisiva para o jornalista, especialmente porque tudo o que ele produz é direcionado ao leitor. Esse deve ser o foco durante toda a produção do material. A pergunta-chave é: “Esse tema faz sentido para quem vai ler ou apenas para mim?”

Se tudo é prioridade, nada é

Por fim, a frase “menos é mais” pode ser o segredo para não passar em branco na caixa de entrada.

Quando há um envio desgovernado, sem critério e sem frequência adequada, é comum que o jornalista passe a acreditar que parte dessas comunicações não será útil. Com o tempo, todas passam a ser recebidas sob essa mesma premissa.

Entender o que realmente é um material apropriado para a imprensa ajuda o receptor a compreender que aquela mensagem pode, de fato, ser relevante.

E vale lembrar: existem outras formas de se comunicar além do release.

Como a Apex Comunicação aplica essas estratégias na prática?

Na Apex, o uso dessas estratégias é um princípio.

Com uma média de quase duas pautas positivas por dia em grandes veículos de comunicação no caso de clientes como a Fundação Banco do Brasil, realizamos um trabalho contínuo de planejamento estratégico, monitoramento de mercado e leitura qualificada da imprensa.

Sabemos o que o jornalista quer receber e o que o público precisa conferir. O resultado surge como consequência direta desse alinhamento.

Quer aproveitar dessa expertise? Entre em contato com a Apex Comunicação.

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